25 outubro, 2012

Bonjour! Ça va?





        Sim, francês é até similar ao português quando lido, mas ao ser ouvido, quem dera! Eis minha próxima meta, aprender esse difícil e interessante idioma, já que é a língua mais falada na província onde vivo, Québec. Isso pode ser bem mais demorado que o inglês, que eu já havia começado a aprender quase dois anos atrás, mas estou feliz por que isso abrirá muitas portas no futuro.

      Estima-se que 80% da população quebecois ("lê-se quebecoa", pessoas nascidas em Québec), tem descendência francesa, enquanto a maioria da população nos outros estados canadenses tem descendência  inglesa ou escocesa. Nas escolas primárias, por exemplo, aprende-se em francês, e os adolescentes só terão aulas completamente em inglês no high school, caso assim os pais queiram.

   
 Montreal Skyline - Vista da Old Monteral
   Oficialmente, o Canadá é bilíngue, mas em Québec a língua oficial é adivinhem, francês. As províncias na verdade são independentes uma das outras, o que ajuda Québec parecer um país dentro do Canadá, (isso me lembra um certo estado brasileiro, rsrs).


      Toda essa história tem origem na colonização desta região que começou no século XV com os franceses Jacques Cartier e Samuel de Champlain, e que culminou com a criação da Nova França em 1608. Os fatos que seguem conto numa próxima oportunidade, mas a questão é que a população quebecois não quer esquecer sua charmosa origem francesa. E de certa forma, eles estão certos não é mesmo?



 Frase obrigatória nas placas, a qual significa "Eu me lembro"





04 outubro, 2012

     Eis que chegamos em outubro, décimo mês do ano. E com ele o sentimento de estarmos quase lá... lá onde? Fim de um ano, início de outro? Não preciso mais disso, de esperar o calendário me dizer que é hora de levantar e fazer o que deve ser feito.

      Uma mania estranha de olhar sempre para frente (ou para trás), nos faz esquecer muitas vezes do agora.
Quem vos fala é uma pessoa que adora fazer planos, projetos e delimitar objetivos. Mas cheguei à conclusão que nenhum objetivo me fará realmente satisfeita se eu não aproveitar o agora. Não estou dizendo que é fácil, acredito que para muitas pessoas é até natural. Acredito que já foi para mim também.



     A questão é, onde queremos chegar? Ou melhor, quando chegar, vamos ser mais felizes? Depende.
Se tudo que você faz está de acordo com um objetivo no futuro pode ser que você chegue lá e lembre de tudo que ficou pra trás até você chegar lá. Isso pode ser doloroso se você não deu o seu melhor para quem merecia e para você mesmo.


    Por isso acredito que o melhor é seguir atrás dos nossos sonhos e objetivos, sem esquecer de cada minuto que temos para ser felizes agora. Preocupação não vai nos livrar dos futuros problemas, e sim nos rapidinho levar até eles, e não vai nos garantir nenhuma solução.

      E se pensarmos no grande presente que recebemos de Deus todos os dias quando acordamos, por mais problemas que teremos que enfrentar, temos 24 horas pra fazer alguma coisa diferente, dar um sorriso a mais, ouvir aquela música que adoramos, ver como o sol ilumina a copa das árvores, enfim, deixar sua alma live para apreciar a beleza que teimamos em não enxergar a nossa volta.